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sábado, 30 de janeiro de 2010

Capitulo 1

Capitulo 1


Abre a porta , joga as chaves na mesa , cansaço , um banho será bom , relaxar o corpo , esse quarto , idêntico , nada mudou , sua mãe vem sempre a mentefazendo lembrar sempre teu sorriso,o cheiro suave e caloroso de jasmin , seu perfume preferido , como o tempo passa rápido , três anos , saudades , lembranças . Após o banho demorado e um jantar rápido a base de macarrão instantâneo volta para o seu quarto onde ajoelha e faz a reza diária , se dirigindo para a cama pelo descanso tão procurado .
Suspiros, sussurros, luz.
-o que é, o que queres, e essa luz não me deixa ver nada , e tão brilhante , me abraça , me aquece , quem e , asas .
O homem acorda assustado, ofegante com o corpo suado em bicas, levanta e vai ate o banheiro onde lava o rosto varias vezes .
-Hum, aquele sonho de novo o que esta acontecendo comigo, aquela luz, a sensação mais verdadeira que já senti, me sinto nos braços de minha mãe , meu poder.
O Homem invulto e intrigado com tudo aquilo se vê no mais profundo de seus pensamentos por longo período.
O Celular toca uma , duas , três vezes e ele continua sem reação, meio que desligado de tudo ao redor, ate que num rompante corre ate a poltrona e atende o telefone.
-Alô, Gabriel vamos, já esta quase no horário do encontro com a galera, não se atrasa .
Gabriel, esse e meu nome, aquele sonho, um anjo .
- Alô, alô ?
-Oi , desculpa, já estou me arrumando, meia hora eu estarei ai .
Gabriel desliga o telefone, vai ate o guarda roupas pegando suas roupas , uma calça jeans e uma camisa do Reação em Cadeia que gosta muito, por fim coloca o tênis Reef verde e uma jaqueta da Ferrari que sempre usava, um presente de seu irmão, que tanto admira . Pega as chaves e sai do apartamento dirigindo-se ao elevador com destino ao estacionamento do prédio onde encontra estacionada sua moto, uma Falcon Azul , uma lenda , uma moto do século XXI rara nos dias atuais, uma paixão sentir o vento a velocidade, liberdade .

Gabriel acelera sua moto, a noite esta tranqüila, apenas uma fina garôa cai tocando seus braços refletindo para todo o seu corpo, uma sensação indescritivel, a chuva sempre fazia bem, as lembranças de brincadeiras na chuva com seus irmãos, primos e amigos de infância, tempos maravilhosos vividos numa pequena e pacata cidade do interior.


Vinte e três e trinta da noite .........


As ruas estão silenciosas, estranhamente vazias, como se não ouve-se ninguém mais acordado, Gabriel chega a um desvio e adentra o rodo anel percebendo pouco movimento se sente a vontade para acelerar ainda mais a sua potente maquina. O céu estrelado e límpido modifica como num passe de mágica, nuvens negras e espessas se formam, trovões e relâmpagos percorrem os céus anunciando a chuva que logo viria. Gabriel percebera a mudança repentina do tempo, estranho pois tinha acompanhado o jornal do tempo e nada ouvira além de uma garôa tão característica. Minutos após a chuva intensifica bastante, Gabriel decide diminuir um pouco a velocidade de sua maquina, não esperaria a chuva dar um tregua, assim reduz apenas a velocidade dos cem para os sessenta quilômetros por hora por segurança.


Vinte e três e trinta e cinco da noite


Como um incrível evento bizarro, o céu ilumina, o sol poderia ter chegado em hora errada, um novo trovão cai a direita atingindo a pista, Gabriel fica em alerta, algo parecia errado e confuso, outro lampejo pouco mais de vinte metros a frente de Gabriel, que extasiado por tal acontecimento deixa a moto escorregar, um estante depois num rompante de se auto preservar se joga da moto rolando sobre o asfalto, a moto como se atraída continua a se projetar ate cair na cratera que o relâmpago causou devido sua queda.

Um comentário:

Unknown disse...

Oi, meu nome é Muriel. Sim bem engraçado. Eu queria saber, no que você se baseou pra escrever isso. Eu achei interessante.